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Segundo a polícia, Edna foi executada com dois tiros de revólver calibre 38. Um disparo atingiu o lado esquerdo do peito e outro, a cabeça. Já baleada, ela teria ligado do celular para um conhecido pedindo socorro. Em seguida, postou em sua página na rede social a mensagem. O texto teve mais de mil compartilhamentos, mas, depois, foi apagado.
O rapaz, a quem a vítima pediu socorro, contou à polícia que foi ao local assim que recebeu o pedido de socorro e viu quando um homem, negro, saiu da casa e entrou em um carro escuro, que estava parado em frente à residência de Edna. Em seguida, o suspeito fugiu.
Alvo
De acordo com o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (PM), Edna tinha acabado de chegar em casa, que fica na Quinta Avenida, no balneário de Guriri, e, segundo a polícia, acabou morrendo no lugar da irmã dela. A mulher, que não será identificada por medida de segurança, informou à polícia que o assassino foi ao local para matá-la.
De acordo com o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (PM), Edna tinha acabado de chegar em casa, que fica na Quinta Avenida, no balneário de Guriri, e, segundo a polícia, acabou morrendo no lugar da irmã dela. A mulher, que não será identificada por medida de segurança, informou à polícia que o assassino foi ao local para matá-la.
Um notebook e o celular da vítima foram encontrados no local e estão no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de São Mateus. O corpo de Edna será levado hoje para a cidade de Tucuruí, no Pará, onde mora a família da vítima.
Família
O irmão da vítima, José Antônio Souza de Oliveira, que mora no Pará, falou por telefone com o e disse que não acredita que a outra irmã seja o alvo dos criminosos. "É possível que, em um momento de desespero, ela tenha fala isso, mas não acreditamos nessa linha de investigação. Minha irmã é uma pessoa tranquila. Ninguém sabe o que aconteceu. Eu vou ao Espírito Santo para acompanhar o caso. Quero que os fatos sejam esclarecidos. O que a gente quer é justiça", comentou o irmão da vítima.
Fonte: G1Família
O irmão da vítima, José Antônio Souza de Oliveira, que mora no Pará, falou por telefone com o e disse que não acredita que a outra irmã seja o alvo dos criminosos. "É possível que, em um momento de desespero, ela tenha fala isso, mas não acreditamos nessa linha de investigação. Minha irmã é uma pessoa tranquila. Ninguém sabe o que aconteceu. Eu vou ao Espírito Santo para acompanhar o caso. Quero que os fatos sejam esclarecidos. O que a gente quer é justiça", comentou o irmão da vítima.
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